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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Dia 2 - 02/01 - Buenos Aires - Centro

No dia 02 acordamos e fomos comprar toalhas porque nós dois esquecemos de levar. No hostel até alugam se precisar, mas tinha uma promoção numa loja em frente chamada Arredo. Uma toalha grande e uma de rosto por 199 pesos (+- R$34). Comprei esse conjunto e o Fabio disse que se virava com a de rosto mesmo...okayyy. Tomamos café no hostel mesmo pra não perder tempo, 50 pesos por pessoa. O café da manhã nesse hostel é bem simples e básico. Tomei suco de laranja e comi pão com manteiga. Tem café, leite, frutas, cereais também. 



Decidimos que iríamos ficar pelo centro mesmo, pois teríamos que resolver a questão do chip pro celular, toalha, adaptador de tomada, etc.
Então compramos um adaptador de tomada em uma lojinha na Florida mesmo por 50 pesos. Era cedo e ainda não tinha camelô pra comprar deles. Depois fomos na loja da Claro comprar um chip, na Florida, mas nos mandaram ir na loja da Corrientes. Que por sinal só tinha uma pessoa atendendo e demorou pacas. Escolhemos um plano de 7 dias de internet, acho que 3GB por 70 pesos + o chip 40 pesos = $110 (+-R$19,30). Falando nisso, precisávamos trocar dinheiro. Na rua Florida tem as casas de câmbio e os câmbios paralelos. O Fabio trocou num câmbio paralelo que pagava R$0,30 a mais. Dentro de uma galeria, onde aqueles homens que ficam gritando "cambio, cambio" na rua chamam. É um risco porque rola muita nota falsa lá, mas como ele trocou lá e deu certo. Eu também troquei. Acho que foi na Galeria Flores se não me engano. Passando por lá vimos essa loja surreal, Tony Montana:


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Era uma loja nada a ver meio Brás mas o nome, banner e slogan ótimos.

Depois queríamos almoçar. No microcentro, onde estávamos, várias pessoas ficam na rua dando panfletos de parrillada. Vimos o melhor preço e no meu caso, não curto, então onde teria buffet também. Achamos um restaurante abaixo do nível da rua, Restaurante Tenedor Libre, na rua Lavalle. Na real nem sei se esse era o nome do lugar porque não tinha nada, mas no panfleto tava escrito isso. Era de uns chineses e tinha comida por quilo ou parrillada com buffet. Peguei por quilo. O lugar era bem simples e até meio trash. O banheiro é zuado, não vá. Mas a comida era boa e barata. Com refri gastei em torno de R$21.





Depois fomos para o metrô comprar o cartão SUBE (igual o Bilhete Único) e carregar. Você compra o cartão na bilheteria do metrô, $25 pesos e carrega lá mesmo ou nas máquinas de auto atendimento. Você vai lá e pede: "tarjeta sube y carga". Isso facilitou demais, porque quando fui em 2010, não tinha e pra pegar ônibus, por exemplo, só podia com moedas e não davam troco. Hoje com o cartão você pode pegar metrô, ônibus e trem.




E fomos para a galeria do rock de lá, que chama Galeria Bond Street. Fica na Av. Santa Fe, 1670. Pegamos o metrô da Catedral até a estação Callao. De lá andamos até o local, mas é uma caminhadinha. Aliás, a cidade é plana e as ruas são imensas, então não se engane com os quarteirões que também são imensos. Você acha que é perto e quando vê tá andando mais de 1km. 
Nós dois já havíamos ido lá nas outras vezes, mas sempre damos uma passada. A galeria é pequena e tranquila. É como se fosse uma mini galeria do rock, mas tem lojinhas bem bacanas. Eu tinha visto no facebook uma loja que queria ver, a The Retro Point. E foi lá o único lugar que compramos coisas. Meias e camisetas. Tentei passar o cartão e não passou. Parece que deu algum problema na máquina então lá foi mais um "efectivo" (cash).






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A imagem pode conter: 3 pessoas, xícara de café e bebida
Meias e canecas na loja The Retro Point


Loja infantil de rock, esqueci o nome

No caminho visitamos a livraria famosa que parece um teatro, El Ateneo. Muito linda mas estava muvuca demais lá. Muita coisa interessante mas caro também. Igual aqui. Vale pelo visual.




Depois aproveitando que estávamos perto da estação Callao, quis ir no Once. O Once é o Brás de lá.  É um bairro que tem algumas ruas principais com lojas de preços baixos. Eu fui na parte da Corrientes, que vai da estação do metrô Callao até a Pueyrredón. É só ir andando e olhando as galerias e lojinhas. Em 2010 também fui lá e comprei várias coisas em conta. Dessa vez foi bem frustrante porque eu não achei muita coisa legal, não achei o depósito de doces que fui na outra vez e quando eu gostei de um monte de coisa de uma lojinha, experimentei e tal, meu cartão não passou de novo. Achei estranho, porque já tinha tentando na Bond Street. Foi aí que uma vendedora disse que não estava passando master, apenas visa. Deu algum problema lá. E meus dois cartões habilitados eram master. Fora que tem vários lugares que não aceitam cartão. Enfim, deixei minhas coisas lá porque tinha gastado o dinheiro na outra loja e meu plano era gastar no cartão essas coisas.
O Fabio parou numa lojinha religiosa, santeria como chamam. E já chegou quebrando um boneco do Michael Jackson (sim tinha santinhos famosos também)...rs Ele foi pagar o dano e a mulher disse q não precisava que isso acontecia, etc. Foi bem gentil. E ele acabou comprando um santinho típico da Argentina o Gauchito Gil.


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Já cansados e podres eu ainda queria um sorvete. Voltamos para o microcentro e paramos na confeitaria El Vesuvio. Fui porque estava no roteiro também, uma sorveteria bem antiga e tal. E tava bem calor e claro. O lugar é beeem antigo, meio cheiro de mofo dentro mas tinha ar condicionado...rs O sorvete é bom mas encanei quando vi uma barata no chão, creio que deve ter vindo da rua porque estávamos perto da porta e tinha um vão ali. Mas já quis ir embora.


Depois passamos no mercado para comprar água. Fomos na rua Maipú, perto do hostel. Tem mercado Dia, Carrefour express ou chino. Aí eu queria tomar um banho e jantar. Tinha anotado algumas hamburguerias pra experimentar e fomos na mais próxima de lá. A Pérez H. Essa hamburgueria estava na lista das melhores de Bs As. E eu realmente amei. Peguei um hambúrguer de carne clássico Ramón, Queso y Tomate. E pedi batata frita e uma coca, total $200 pesos = +- R$35. O Fabio não estava com fome, tomou a cerveja artesanal da casa e disse que era muito boa.
O lanche é muitooo gostoso e os molhos pra pegar no balcão também. Gostei muito do molho de alho. Vale super a pena e tem várias lojas na cidade.




Lugar super agradável, bom atendimento e bacana. Isso tudo já era quase 0h. Voltamos pro hostel e fim.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Buenos Aires em 2010 para entender 2018

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé e atividades ao ar livre

Antes de eu postar meus roteiros da minha  última viagem, Buenos Aires, vou falar sobre a primeira vez que estive lá: em 2010. 
Eu era estilista freelancer e trabalhava "fixo" em 2 marcas. Era uma sexta à noite senão me engano, em Agosto de 2010 e  estava conversando com amigos no MSN. Sem querer sair e nada pra fazer. Quando minha amiga Rosana (a garota da esquerda na foto acima) disse que tinha uma promoção de passagem para Buenos Aires, ida e volta, R$680. Para TERÇA-FEIRA. Tipo, que louca, não é assim, tem que planejar e tal. Mas durante o fim de semana eu, ela e mais 2 amigos ficamos empolgados.  E decidimos comprar. Parcelando, óbvio. Essa época ir pra Bs As era mais barato que ir pra qualquer lugar aqui dentro do país. Avisei meus freelas que ia fazer uma viagem de pesquisa e só voltaria na outra semana.
Em menos de 3 dias fizemos alguns roteiros alternativos, naquela época não queríamos ir aos pontos turísticos, mas ver shows, galeria do rock, etc. A Rosana fez a reserva no Hostel Suites Florida em quarto compartilhado. Eu, ela e a Ana em feminino  e o Vini  no masculino. Creio que era com 6 camas e banheiro no quarto.
Fomos com a Gol num avião bem pequeno com 2 fileiras só. E com um bando de criança, um time de futebol infantil de Caracas. Os muleques não paravam de correr naquele corredor pequeno, vontade de socar. 
Tínhamos agendado um transfer do hostel mas quando chegamos no aeroporto não achamos ninguém. Liguei e falei em inglês com o povo do hostel e disseram que o cara já tinha ido embora. Pegamos um táxi então. Na época saiu em torno de R$150. Começamos bem.


A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e óculos de sol


A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e óculos de sol

Eu não lembro de muitos detalhes, mas na época (aliás como sempre), eu fui na loucura, sem grana nenhuma pra levar e com um cartão internacional com pouco limite. E o restante do povo também. Então nossos rolês foram um pouco limitados. Comíamos no fast food. Burger King (que ainda não tinha aqui). Mc Donald´s, fomos numa parrilla barata de panfleto no centro e era nojenta, pegávamos ônibus, metrô mas principalmente andávamos muitooo. Chegávamos muito tarde no hostel e com fome. Oh estávamos cozinhando macarrão pra comer, porque comprávamos no mercado. A Rosana não curtia acordar cedo, era uma luta pra acordá-la...rs
Ficamos 4 noites. 5 dias, fomos embora no sábado, então não deu pra ir na feirinha de San Telmo que é só de domingo.
No penúltimo dia, decidimos fazer o city tour  porque já estávamos cansados de rolês furados e de andar. Foi a melhor coisa que fizemos. Mesmo nessa loucura toda fui em vários lugares legais e gostei muito da cidade. Foi muito divertido, fizemos amizades, o hostel é muito bacana também.
As fotos abaixo são o resumo dessa viagem:

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vista do quarto do hostel

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bebendo na Plaza de Mayo

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protestos como sempre

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perdidas nos passeios de outlets e brechós

      A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e atividades ao ar livre A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, céu e atividades ao ar livre
Casa Rosada

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show que não fomos porque não tínhamos dinheiro

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Galeria Bond Street (galeria do rock)

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas comendo e pessoas sentadas
doce de leite do café da manhã foi de lembrancinha pra família  rs

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Balada zuada que me obrigaram a ir, mas o povo era legal e superou - Asia de Cumbia

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bicha descalça na rua e no frio

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frio da porra

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no city tour

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La Bombonera - de fora porque pra entrar era caro

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Tango na rua porque no teatro é caro

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Caminito

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no cemitério da Recoleta

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Igreja em Recoleta

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feirinha na  Recoleta

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faculdade de direito

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flor metálica

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na balada rockabilly                                              pós balada pré volta

Mais fotos aqui -> Buenos Aires 2010