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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Buenos Aires / Uruguai em 2018 - Dia 1

Bom, depois de mostrar minha primeira passagem pela cidade em 2010, agora vamos falar da última viagem. Por isso nessa não fui no Caminito, Boca, Recoleta, etc. Essa viagem, diferente da outra, me planejei. A ideia  de ir pra lá surgiu na festa junina quando conversando com a minha  amiga Thais, estávamos falando do Uruguai e sobre Colonia Del Sacramento. Que no ano passado não consegui ir porque era meio longinho de Punta Del Este e não ia dar tempo. Foi quando ela disse que tem barco que sai de Buenos Aires e passava lá com passeio. Achei legal e fiquei pensando se daria pra fazer uma nova viagem nas férias. Minhas férias são sempre 20 dias no fim do ano e 10 no Carnaval. Fiquei pensando na ideia e comentei com o Fabio. Ele adorou pois ama Buenos Aires e já tinha ido duas vezes.
Então comecei a monitorar as datas e passagens uns meses depois. Em Setembro tomamos coragem e decidimos ir. Compramos a passagem na Decolar.com porque além do preço estar bom, eles parcelavam em mais vezes (5x). A passagem foi R$1201,00 com taxas. Do dia 01/01 a 07/01 chegando na madrugada do dia 08/01. E reservamos nossa estadia no Booking.com no Hostel Suites Florida (de novo) em quarto privado de casal com banheiro. A hospedagem estava com o melhor preço, US$293,40 para o casal 6 noites. Mais ou menos uns R$470,00 para cada pessoa. O café da manhã não estava incluso pelo Booking mas é $50 pesos por pessoa lá. 
Queria ir pro México, onde minha prima está morando, mas Argentina era o que dava pra pagar...rs


E lá vamos nós no primeiro dia do ano viajar. Depois do almoço de Ano Novo na casa da minha tia, levei uns pastéis da minha vó na mala e fui. Resolvemos trocar dinheiro no Banco Safra do Aeroporto mas a taxa era R$80, só compensava trocar 1000 pesos. Como precisávamos do dinheiro pro ônibus de lá aceitamos, mas depois nos arrependemos. Poderíamos ter trocado menos no aeroporto de lá, enfim.
Embarcamos 20h30 e chegamos lá 22h30 (lá não tinha horário de verão então era 1h a menos que aqui). Fomos pela Turkish Airlines. Eles falavam turco e inglês, apenas algumas frases eram passadas no espanhol. O wi-fi segundo o Fabio não funcionava mas os funcionários eram bem atenciosos e o avião era muito bom também. Serviram um lance de frango com salada, bebida e um bolinho de massa branca. Gostei. O Fabio estava tenso pré viagem mas quando viu que tinha joguinho no avião sossegou. E eu sempre sento e capoto, mas tinha um joguinho que eu gosto de achar os objetos da cena. Joguei um pouco e dormi.


Chegamos e  fomos  direto no guichê da ARBus, que é um serviço de ônibus do Estado e tem parada no centro, no Obelisco. E só $200 pesos. A última viagem por causa do feriado era às 23h. Fomos nesse. Para ver os horários basta entrar no site. Descemos no Obelisco e fomos andando até o hostel. É uma pequena caminhada mas nada demais, sossegado. E já era meia noite.
Fizemos check in no hostel, eles têm brasileiros que trabalham lá, então nem se preocupe em falar espanhol. Todo mundo entende tudo. O rapaz explicou tudo, fizemos o pagamento com cartão de crédito e fomos para  o quarto.
O elevador melhorou desde a última vez que estive lá, agora tá melhorzinho. E o quarto  privado é outra coisa né. Super arrumadinho, limpo e simples. Gostamos bastante. Abaixo fotos, mas a bagunça é nossa....rs
Além disso tinha serviço de arrumação e limpeza do quarto todo dia.




 

Observem que a tomada é diferente. Eu sabia, peguei emprestado do meu pai um conjunto de adaptadores que ele tem. Massss, tinha tudo menos o dessa tomada. O jeito era comprar lá na rua ou nas lojinhas da calle Florida no dia seguinte. Compramos água no hostel mesmo e fomos dormir quase 2h.



sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Dia 5 - Punta Del Leste - Bye Bye!

Chegou o dia da partida, sábado. E eu fiquei encucada que não comprei tudo o que eu queria na lojinha de souvenir, porque na hora que fui passar, não tinha mais dinheiro e tive que deixar umas coisas, mas principalmente um objeto que eu amei pra dar pro meu irmão: um abridor de garrafa e imã do Luis Suárez. Era um item que não tinha visto em nenhum outro lugar. Eu PRECISAVA!
Pra quem não sabe, o Luiz Suárez é um jogador de futebol uruguaio que tem mania de morder as pessoas. Inclusive foi expulso da última Copa porque mordeu um italiano no jogo. E o abridor era hilário, porque se abria a garrafa com a boca dele. Resumindo: eu queria acordar, sacar dinheiro e comprar isso antes de ir embora.
Tomei café, falei pro Fabio que eu ia lá correndo e voltava. Saí 9h30 mais ou menos. Cheguei lá no Itaú e o caixa só abria às 10h. Fiquei vendo o mar até às 10h, cheguei lá ainda tava fechado, fiquei louca. Foi quando eu vi um cara, também brasileiro, entrando num caixa do lado escrito Banred. E vi que tinha todas as bandeiras. Então fui lá e era tipo um banco 24h. Saquei pelo cartão de crédito, depois vem na fatura com a taxa por saque, em torno de R$17. Fui correndo atrás da loja. Era uma loja sem sinalização e cheia de coisas, não tava achando de jeito nenhum. Comecei a andar a Gorlero inteira e avisando o Fabio. Na segunda vez que andei a Gorlero, achei a loja. Tinha muitas araras de roupas na frente por isso não achava. Comprei e saí voando.
O Fabio já estava me mandado mensagem dizendo que o cara da van chegou lá e ia embora. Quando virei a esquina, gritei: Cheguei! E então me esperaram, mas eu cheguei 10h57! Porra! O cara chegou antes e a culpa é minha? O Fabio já estava nervoso com o cara e fomos embora. Íamos chegar super cedo no aeroporto.




Luis Suárez


Chegamos cedo no aeroporto, 12h mais ou menos. O vôo era 14h50 eu acho. Nem o guichê da Latam tava aberto ainda. Depois de um tempo vimos uma movimentação, era a fila se formando antes do guichê abrir. Gigante. Mas depois foi rápido. Eu ainda tinha alguns pesos e passando o pré embarque fui ver o que dava pra comprar com aquele dinheiro... tipo 100 pesos, ou seja, nada..rs
Até que achei um chocolate que dava certinho. Comi bem depois no trabalho e nossa, que delícia de chocolate. Super cremoso, chama Haas.



A viagem foi até mais rápida dessa vez. Super tranquila. Chegamos em Guarulhos, comemos no 
Carl´s Jr. e pegamos o ônibus pra ir embora até o metrô Tatuapé. De lá peguei lotação pra minha casa e o Fá pra dele.


Chegando em casa, meus pais não estavam mas minhas chaves estavam dentro da mala. Liguei pra eles e já estavam chegando. Fiquei na porta até chegarem porque eu não ia ficar abrindo mala no meio da rua. Bateu preguiça. 
Apesar da viagem ter sido super curta, vale a pena conhecer lá. Gostei muito e na próxima vez que eu for, vou com dinheiro e ficar num resort, chega de quarto com goteira...rs

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Dia 1 - 03/01 - Punta Del Este


Bom, chegou dia 03/01/17, vamos pra Punta Del Este! Acordamos cedo e meus pais nos deram carona até o metrô Tatuapé, no caminho lembro que esqueci de pegar o dinheiro. Apenas um detalhe né?! Voltamos e peguei. Então pegamos o ônibus para o Aeroporto de Guarulhos no terminal Tatuapé, o que vai pela Ayrton Senna é mais rápido, o valor é R$5,55.
Chegamos cedo no aeroporto, já tínhamos feito o check-in online também. Então foi tudo tranquilo. Voamos de Latam. O vôo foi tranquilo, serviram um lanchinho de presunto e queijo com suco, e bombom. 2h30 de vôo mais ou menos, super rápido, e claro, eu fui dormindo o caminho todo. Chegamos com o templo nublado e uma chuvinha fraca. Já pensei: "É só eu ir pra praia que chove!" Mas fiquei no pensamento positivo porque mesmo assim estava calor. Na hora de sair do avião a escadinha não tinha cobertura, então já chegamos na chuva. 
Lá no aeroporto já trocamos um pouco de dinheiro só pra pegar a van que leva até o hotel, porque a cotação do aeroporto tava péssima, UYU6,95 por R$1.
Logo na hora que você sai da porta do aeroporto de Punta Del Este, que é minúsculo, você já vê taxis e vans. A van custou 260,00 pesos (+ou- R$28,00) e nos deixa na porta do hotel. Basta você falar com o motorista pra qual hotel você vai e qual rua e ele te dá o preço e te leva.
Nem precisa se preocupar em falar espanhol, lá todo mundo fala portunhol, e entendem bem o português. Tem muito turista do Brasil e da Argentina.
Chegamos em nosso hotel acho que era umas 15h30. 
Nos deram a chave do quarto 409. Grave bem esse número: 409 no hotel Aquarium. Eu já esperava um hotel ruim, porque quando pesquisei tinha visto as avaliações no Trip Advisor, etc. Até levei minha toalha e uma roupa de cama. Quando abrimos a porta veio aquele cheiro de mofo! De coisa velha, úmida e fechada. Já pensei que ia morrer ali...rs
Abrimos as janelas e deixamos ventilar. As instalações eram simples, mas normais.







Deixamos as coisas lá e fomos comer algo. Estávamos com fome. Achamos uma pequena padaria perto do hotel e fomos xeretar. Vi um bife a milanesa bem bonito, mas continuamos nosso caminho. Nosso hotel é bem perto do Porto de Punta del Este e do farol. Então lembrei que tinha pesquisado na internet um restaurante self service de frutos do mar, chamado Artico. Fomos lá. Um pouco caro mas com várias opções, tem a la carte também, mas o melhor é pegar um pouco de cada coisa.





Sentamos lá em cima de onde dava pra ver o Porto. O meu prato (que na verdade é um potinho de plástico), mais 4 pãezinhos mais 1 coca, deu em torno de R$50. 
Depois disso fomos dar uma volta no porto, já tinha parado de chover. Deu até pra ver uns lobos marinhos comendo peixes e brincando.



Demos uma olhada no mercado do Porto, muitas coisas gostosas. No caminho de volta, vi uma casa de câmbio, pagando UYU 8,40 por R$1. Já troquei mais um pouco de dinheiro. Que diferença do aerporto né?! Paramos de novo na padaria, o Fabio queria tomar um café e eu ainda tava pensando na milanesa. Comprei o bife, foi em média R$5 o bife.
Comi ali mesmo, frio mesmo. 



Aí voltamos pro hotel, ficamos um pouco no hall, porque era o único lugar que pegava o wi-fi. Nos quartos não tinha. O Hall é o lugar mais bonito do hotel.


Aí ficamos um pouco na internet e fomos conhecer o mercado que também tinha bem perto do hotel. Esse hotel é simples, porém a localização é ótima. Principalmente para nós que não alugamos carro. Caríssimo nessa época do ano inclusive.



Frutos do mar enlatados, queijo e doce de leite gigantes

O mercado perto do hotel chama Disco e realmente só toca música bem dançante nele. Na entrada já tem as cotações das moedas que eles aceitam além de pesos uruguaios: dólar, real e pesos argentinos. Então você pode pagar com qualquer uma dessas moedas. Vários estabelecimentos são assim também.
Eu comprei um suco de maçã, uma água, um bolinho de chocolate (que não comi até hoje), um shampoo e uma esponja. O Fábio comprou uma baguete, salame, cerveja.


suco de maçã Jumex que comprei, a embalagem é de alumínio e reutilizável, ela vira uma garrafinha depois

Olhamos um pouco mais os arredores e voltamos pro hotel. Afinal, no dia seguinte logo cedo iríamos viajar para Montevideo. 
Chegando em nosso quarto, depois de tomar banho, eu estava ouvindo um barulho estranho, e o Fabio não ouvia, barulho de água, gota, sei lá. Fiquei encanada e comecei a procurar. Então achei uma goteira no quarto. Como se não bastasse tudo aquilo, ainda tinha goteira. O Fabio usou a toalha do hotel mas estava toda puída, eu usei a minha. Quando descemos pra usar a internet avisamos o rapaz da recepção sobre a goteira. Mas ele disse que o gerente não estava lá, que ia deixar uma reclamação pro gerente resolver na manhã seguinte, etc.


Ah, e tá vendo esse pontinho preto perto da goteira? Era um pernilongo. Eu tinha levado repelente, que além de usarmos como repelente usamos muito mais como aromatizador de ambiente. O cheiro de mofo tava complicado. Peguei minha fronha e coloquei no travesseiro e dormi. Só esperava que no outro dia alguém arrumasse aquilo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Dia 27 - New York - Via sacra do retorno

Cheguei em N.Y. umas 6h e meu vôo pro México era só às 17h. Já fui pra entrada do meu terminal e fiquei lá, porque aquele aeroporto é muito grande e confuso. Achei melhor já ficar por lá e dormir um pouco. O Hermes e a Bruna iriam chegar umas 13h. A ideia era comermos juntos e fazer o check-in. 
Juntei minhas malas e fiquei em frente a Aeromexico, só poderia despachar as malas às 12h. Dei umas cochiladas agarrada nas malas. Comprei umas coisas pra comer. E então, do nada, vem um senhor puxar papo comigo. Que ele era cubano mas morava lá em NY, de onde eu era, que ele adorava o Brasil, que agora eu era parte da família dele, que era muito bonita, que ele estava indo pra sei lá onde, tipo: VOCÊ É LOUCO?! SAI DAQUI! Então ele pediu pra eu anotar o email dele e mandar um email pra ele, fingi que anotei e ele foi embora. Depois de 1h mais ou menos ele volta, e fala: não recebi seu email, você anotou certo? Aí eu disse que a internet tava ruim e ele pediu pra anotar pra mim, pra gente não perder o contato. Enfim, mandei um email pra ele, chatongo. Aí ele se despediu de novo e saí correndo de lá. Fui cochilar perto da Alitalia. Eu hein?!
Aí o Hermes e a Bruna estavam bem atrasadinhos, e eu com muita fome. Despachei as malas e fui comer. Quando eu acabei de comer era quase 14h, hora de entrar no terminal, o Hermes e a Bruna chegaram. Então fomos direto pro terminal, fila pra passar as malas e etc. Naquele dia mesmo, o cubano me mandou um email falando várias coisas, ai gente louca!




Quando chegamos no México, tem que tirar as malas de uma esteira e colocar em outra quando passa pela alfândega de novo. A mala da Bruna foi aberta no México e na hora de passar ela esqueceu de trocar de esteira e saiu com as malas, o Hermes também. Aí não podia voltar, teria que despachar de novo em outro andar, e a conexão era bem em cima. Tinha uma fila gigante pra despachar as malas, então tentamos falar com os funcionários e nada. Até que eu fui lá também me meter a falar portunhol e o Hermes conseguiu passar na frente. Na hora de embarcar, a mulher cismou com a minha bagagem de mão (mais uma vez), mandou eu colocar no medidor. Não cabia nem a pau. Comecei a tirar as coisas da mochila e colocar em uma sacola que "caberia" em baixo do banco. Fiz isso até caber e entrei. Fui uma das últimas a entrar no avião e não tinha mais espaço nos bagageiros, enfiei num canto lá bem longe do meu assento, mexi na mala de todo mundo. Um bagunça. 

Chegando em São Paulo...

Quando chegamos em São Paulo eu fiquei tentando ressuscitar meu celular, que ainda estava sem sinal, e eu tinha que ligar pro meu pai me buscar. Eu tava sem internet desde o vôo de Nova York. Então o Hermes me emprestou o celular dele e liguei pro meu pai. Ele disse que era para eu pegar um táxi e ir pra casa, que não dava pra ele me buscar, e minha mãe pagaria o táxi. Porque minha mãe estava indo me buscar em casa. Eu falei Ok e desliguei. Ele estava estranho. Aí me veio a pergunta: "Por que minha mãe estaria indo me buscar em casa? Pra quê?" Já pensei na minha vó, mãe do meu pai. Que estaria no hospital ou algo assim. Logo que cheguei em casa, minha mãe veio correndo pagar o táxi e não deixou nem eu subir as malas e me enfiou no carro. Eu falei: "O que aconteceu? Onde estamos indo?" Ela disse que minha vó tinha falecido, estavam todos no crematório e meu pai estava segurando a cerimônia pra me esperar. Pra pelo menos eu me despedir dela. 
Comecei a chorar, já estava meio deprê esses dias, aí chego e mais essa. Agradeci meu pai por me esperar e fiquei ali meio sem reação, só chorava e tentava entender tudo aquilo que estava passando. 
Hoje estou bem melhor, mas essa viagem foi um desafio e um sonho que eu não poderia nada deixar estragar. Tirei forças de onde nem sabia que tinha. Fiquei a sós comigo mesma, me redescobri, me fortaleci. Posso dizer que depois dessa viagem muita coisa na minha vida mudou, e minha visão sobre as coisas também.


Minha Vó Neda na minha colação de grau em 2008

Dia 26 - Hollywood - Último dia

Na segunda acordei mal, bem zuada de deprê. Fui até uma farmácia e perguntei onde teria uma clínica particular para eu conseguir a receita. E me deram o cartão da Hollywood Walk-in Clinic. Era bem perto. Eu tinha seguro saúde, mas esqueci de acionar, tava meio perturbada. A consulta lá foi $70 e o atendimento de primeira. A espera não foi grande, o local é bem confortável. Mas eu estava total fora de mim, tipo as lágrimas vinham sem controle, eu não conseguia parar. Tudo me desanimava, eu só queria ir embora pra casa. Quando fui chamada, a médica perguntou o que eu tinha, e eu expliquei que estava em tratamento contra depressão e que meu remédio tinha acabado, eu já estava a 3 dias sem ele, e precisava de uma receita. Mostrei a declaração do meu médico e ela perguntou se tinha acontecido algo pra eu ter essa recaída, e eu expliquei que já estava viajando a um tempo e fiquei com saudade de casa, dos meus gatos, amigos, só queria ir embora. Então ela me deu a receita e fui na farmácia. Em uma CVS o remédio estava $100 mas não tinham em estoque. Então sentei num banquinho e graças a internet maravilhosa que tem lá, fiz uma busca no maps de farmácias populares. Achei uma nas redondezas chamada Vine Discount Pharmacy. É uma farmácia de manipulação, entrei e perguntei se tinham o medicamento e disseram que sim e ia ficar $20. PUTA desconto! Mandei fazer, em 15 minutos ficou pronto. Assinei alguns termos e já tomei o remédio. Recomendo. Depois eu queria voltar no LACMA antes de ir embora pois no outro dia estava fechado.
Minhas malas já estavam arrumadas, eu já tinha feito o chek-out do hostel e tinha deixado lá as coisas até a hora do motorista do Hostel Hopper me levar pro aeroporto.
Almocei no Mc Donald´s perto da farmácia e fui pro LACMA. Chegando lá tudo era muito grande e tinha que pagar. Eu já estava sem grana e cansada, com medo de demorar muito e chegar atrasada no hostel. Então dei uma volta por lá mesmo e fui embora.









Essa água vitaminada é a melhor coisa que experimentei lá.

O motorista do Hostel Hopper chegou. Olhou pro tanto de mala e se espantou...rs 
Dessa vez eu não estava sozinha, tinha mais 2 passageiros no banco de trás, fui na frente. Um velho barbudo, de mais ou menos uns 70 anos e um menino magrelo de uns 20. O véio não parava de falar, com sotaque do Texas, sei lá. Meio que tava rolando um monólogo. O motorista ficava tentando mudar as músicas no pendrive dele pra curtir. Era gatinho, jovem, tinha um skatinho de slalom debaixo do banco. Só observei. Aí ele colocou RHCP! Aí tive que falar: Essa é minha banda favorita! Aí ele começou a conversar, ele falou que morava em Santa Monica, então eu disse que fiquei 2 semanas lá, que tinha gostado muito de Venice e que tinha ido pra Malibu, Topanga Beach. Aí ele: Quando você foi? Eu tô sempre lá, surfo lá. Aí falei e comentei que conheci um véio doido lá, e ele: "Você conheceu o Tommy (ou Taylor sei lá)? Não acredito! Ele é um figura, que legal!" Aí ele foi deixando o pessoal nos terminais e o meu era o último, ele disse: "Que pena que você já vai, quando vai voltar?!" aí eu: "Vai demorar viu, é mais fácil você ir pra lá!" rs
Trocamos facebook e pronto. Tipo, eu fico 1 mês nesse país e só rola uma paquera que valha a pena no último dia indo pro aeroporto?! Valeuuu Deusss! 
Chegando lá pra fazer o check-in na Delta, fui informada que teria uma taxa de milhagem pra pagar e que não poderia ser paga no balcão porque foram milhas transferidas. Era só que me faltava. Nesse trecho de L.A. para N.Y. eu tinha comprado as milhas da minha amiga Thaís, e acho que na hora que ela transferiu pra mim não pagou a taxa que era algo em torno de $5.  Aí lá vou eu ligar pra Thaís no Brasil, falar pelo whatsapp pra ela pagar pela internet senão eu não ia conseguir embarcar. No Brasil já era mais de 0h e não conseguiam fazer a transação, aí eu ligo pra central americana, explico a situação porque no balcão não estavam resolvendo. Aí tava uma enrolação, tava conversando com o segurança e falei pra ele: "Olha, você não conhece outra gerente aqui? Por que senão resolverem em 5 minutos eu juro que vou fazer barraco aqui."
Então ele disse que a outra gerente já estava chegando, e me apresentou a ela, aí dei um mini pití e ela conseguiu falar com a central e liberar pra eu pagar tudo lá. Além disso tive que pagar bagagem de vôo interno. Só grana!
Fiquei esperando o vôo e tinha cachorrinhos no terminal, que fofos.